Carteira de Ações

domingo, 21 de setembro de 2014

Preço dos Ingressos na Rio 2016

Como pretendo assistir alguns jogos de basquete, volei, futebol e outros esportes nas olimpíadas, abaixo trago os valores oficiais dos ingressos na Rio 2016 e a minha pergunta vai ser qual o critério de seleção de compras para esses ingressos? Fui a praticamente a todos os jogos na Copa do Mundo no Rio e só eu sei a dificuldade de comprar os ingressos mas foi uma experiência única para mim e jamais vou esquecer os esses momentos, principalmente ver uma final de Copa do Mundo ali pertinho dos melhores jogadores do Mundo. 

http://www.rio2016.com/sites/all/themes/rio2016_agosto_14/doc/pdf/Tabela_de_precos_dos_ingressos_dos_Jogos_Olimpicos_Rio_2016.pdf

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Barsi indica Cemig mas devemos analisar todo contexto

Na matéria abaixo, o grande investidor Barsi comenta sobre as ações da Cemig mas devemos analisar o contexto político nas eleições estaduais e uma mudança no governo pode acarretar mudanças na gestão da empresa e consequentemente nos resultados principalmente em 2016 em diante. 

Além disso, em 2015 temos varias situações de renovações de concessões e uma provável decisão de Jaguara, a empresa tem excelente governança e ótimos resultados mas devemos analisar todo o contexto nos próximos anos que poderão modificar bastante a situação atual, portanto todo cuidado é pouco em transições de governo.

http://www.infomoney.com.br/blogs/blog-da-redacao/post/3580643/procura-uma-acao-para-investir-para-aposentar-luiz-barsi-indica


sábado, 13 de setembro de 2014

Neuromarketing e o comportamento do consumidor.

Ontem escrevi sobre a credibilidade e o valor da marca e isso tudo esta relacionado a forma como é consumido produtos e serviços em nossa sociedade e acredito que depois da Revolução Industrial, estamos vivendo possivelmente um tipo de Revolução no Consumo e uma ferramenta chamada Neuromarketing é de vital importância para entender o caminho que estamos seguindo. Vamos entender o mecanismo e seu funcionamento através do excelente artigo científico da Claudia Colaferro e Edson Crescitelli da USP que disponibilizo algumas partes centrais abaixo e para quem quiser ler ele todo, na fonte abaixo esta o link completo.

A Contribuição do Neuromarketing para
o Estudo do Comportamento do Consumidor
Claudia Almeida Colaferro†
Universidade de São Paulo - USP
Edson CrescitelliΩ
Universidade de São Paulo - USP

RESUMO
Entender o comportamento do consumidor em uma sociedade marcada pela complexidade é
uma tarefa desafiadora. Por isso, o objetivo deste estudo é investigar quais são as novas
informações que podem ser obtidas por meio do neuromarketing e se elas ajudam na
elucidação do conhecimento sobre os consumidores. O método de investigação adotado foi
uma pesquisa exploratória envolvendo levantamento bibliográfico e investigação de campo
com pesquisas em profundidade envolvendo especialistas nacionais e internacionais. Concluise
ao final que o neuromarketing - ou a aplicação da neurociência na área de marketing - pode
oferecer ganhos no entendimento das reações dos consumidores.

Palavras-chaves: Comportamento do consumidor. Ciências cognitivas. Neuromarketing,
Neurociência. Pesquisa de Marketing.

131 Colaferro, Crescitelli
BBR, Vitória, v. 11, n. 3, Art. 6, p. 130 - 153, maio-jun. 2014 www.bbronline.com.br

1 INTRODUÇÃO
entender o comportamento do consumidor, em uma sociedade marcada pela
complexidade, envolve o estudo de muitas variáveis. Nesse cenário, como
descrito em Lipovetsky (2008), ao exigir sempre mais, o indivíduo torna-se
indefeso diante das amarguras do presente e dos sonhos futuros. As pessoas
vivem em um contexto de pressão em busca de suas criações de
necessidades e bem-estar. O indivíduo aspira participar do consumo
mundial, do ócio e das marcas. Portanto, as referências tradicionais como
sexo, idade e raça já não se mostram eficazes. Assim, outras ganham
relevância, como diferenças de opiniões, preferências, interesses e as várias formas de
expressão e comportamento das pessoas, principalmente aquelas não conscientes.

Mudanças nas dinâmicas sociais, novas tecnologias, novos estilos de vida e a presença
de consumidores mais conscientes também provocaram a hegemonia da comunicação de
massa, em particular da propaganda como fonte de informação. Com isso, desencadeou-se
nessa forma de comunicação uma crise de credibilidade, uma vez que os receptores das
mensagens estão cientes de que os anunciantes querem convencê-los a comprar - e os
consumidores possuem uma postura mais crítica e cética, confirmando a diminuição do poder
de persuasão desta ferramenta de comunicação (CRESCITELLI, 2004).

Nessas circunstâncias, com a pluralidade de ofertas, onde há um consumo do efêmero,
em que todos buscam um consumo futuro melhor, evidencia-se a importância do
conhecimento, não apenas das necessidades específicas declaradas pelos indivíduos, mas de
suas reais motivações, conscientes ou inconscientes. Com isso, os benefícios oferecidos por
marcas podem ir além da oferta de valor de seus concorrentes e desenvolver assim não apenas
a intenção de compra, mas também a maior fidelidade as suas ofertas.

No cenário apresentado, a pesquisa de comportamento e suas práticas de investigação
devem ser parte integrante e contínua do fluxo de negócio e não apenas uma área de apoio à
área de marketing. Para obterem sucesso nessa empreitada, profissionais e pesquisadores
estão permanentemente investindo em técnicas que possam esclarecer o rol de informações e
melhorar o entendimento do comportamento dos consumidores, tais como pesquisas de
mercado ad hoc, painéis demográficos e psicográficos e ainda projetos exploratórios como
entrevistas utilizando técnicas projetivas, como descrito em Malhotra (2011).

No entanto, vive-se um desencadeamento de uma crise das metodologias clássicas de
investigação. Essas são vistas como limitantes e pouco esclarecedoras para o entendimento de

2.1 COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR
O estudo do comportamento na administração de marketing é entendido como a
observação dos consumidores em seu processo de decisão de compra, sua busca, sua compra,
seu uso, sua avaliação e seu descarte de produtos, serviços ou ideias, com a expectativa de
obter maiores informações para elaborar propostas que satisfaçam suas necessidades e suas
demandas. Para Schiffman e Kanuk (2000), o estudo do comportamento do consumidor é
interdisciplinar, baseia-se nos conceitos e teorias acerca das pessoas, desenvolvidos por
cientistas em disciplinas tão diversas quanto a psicologia, a sociologia, a psicologia social, a
antropologia cultural e a economia.

O modelo de tomada de decisão do consumidor investigado pelos autores une os
conceitos psicológicos, sociais e culturais em uma estrutura de trabalho facilmente entendida.
Esse modelo tem três séries de variáveis - as variáveis de input ou as variáveis externas do
ambiente mercadológico ou não; as variáveis de processo, ou as influenciadas pelo campo
psicológico do consumidor; e as variáveis de output, ou as experiências anteriores com o
produto. 

2.2 NEUROMARKETING
O que se constata com essa comparação é a oportunidade de avaliação de outras
técnicas as quais possam contribuir principalmente na fase de processo decisório do
consumidor, mais especificamente no campo psicológico. O neuromarketing surge para
obtenção de um maior arcabouço de conhecimento, com a proposta de agregar às informações
comportamentais as motivações ocultas no inconsciente da mente que direcionam os
indivíduos em seu processo de escolha. Surge, portanto, no intuito de melhorar a elaboração
de ofertas de valor para o cliente ou consumidor e utiliza e aplica métodos da neurociência e
suas ferramentas para seu diagnóstico.

O neuromarketing, segundo Fisher et al (2010), foi primeiramente reportado como
termo em 2002, em um press release de uma empresa de Atlanta chamada BrightHouse, que
anunciou a criação de uma unidade de negócio usando fMRI, ou ressonância magnética, para
estudos de marketing. O fato atraiu críticas e conflitos os quais envolviam a universidade de
Emory, pois utilizava seus espaços, seus estudos de imagem e pelo menos um professor de
psiquiatria para tais estudos. Mas antes desse evento, estudos que envolviam reações do
consumidor à comunicação em televisão utilizando eletroencefalograma já eram utilizados
por corporações, e uma patente sobre a utilização da neuroimagem como ferramenta de
marketing foi efetuada em agosto de 2000, por Gerald Zaltman e Stephen Kosslyn na
Universidade de Harvard, chamada “Neuroimaging as a marketing tool”. Em Outubro de
2004, o jornal The New York Times publicou uma matéria polêmica. A jornalista Sandra
Blakeslee (2004) descreve as novidades do neuromarketing no artigo: “If you have a buy
Button in your brain, what pushes it?” e levanta suas dúvidas diante das técnicas de imagem
utilizadas em pesquisa de mercado.

Como afirma Lindstrom (2008), de forma alguma os consumidores podem expressar
algo que realmente pensam de forma consciente. As reações e emoções são encontradas no
cérebro em um curto espaço de tempo e não de forma consciente traduzida em palavras
descritas em um questionário, e, portanto há o descrédito nas investigações tradicionais
utilizadas para investigar construção de marca. Castells (2009) comenta que a construção da
realidade para uma pessoa, como reação a eventos internos ou externos, se dá com o
processamento dos mesmos de acordo com padrões individuais. A maioria dos
processamentos é inconsciente e a realidade não é objetiva nem subjetiva, e sim fruto da
construção de imagens as quais misturam o que acontece no mundo físico (dentro e fora do
indivíduo) com o material da experiência anterior acumulada na mente no decorrer de
correspondências neurais no tempo, entre as características dos eventos e o catálogo de
respostas disponíveis na mente.

Recentemente, pesquisadores propuseram diferentes definições de neuromarketing.
Mais especificamente: i) Lee et al (2007) definiram o neuromarketing como uma área
acadêmica e não uma aplicação das técnicas de neuroimagem para vender produtos; ii)
Hubber e Kenning (2008) vêm neuromarketing como uma atividade de negócios ao invés de
uma área acadêmica, denominada neurociência do consumidor. Para eles, o neuromarketing
seria somente uma aplicação dos conhecimentos adquiridos nessa ciência dentro de um
escopo de práticas gerenciais.

Na literatura atual, os estudos relatados de neuromarketing combinam métodos
científicos de imagem não invasivos os quais medem o nível da atração ou repulsão
emocional que os consumidores experimentam quando estimulados pela campanha de uma
marca.

Seguem alguns exemplos de aplicações encontrados na literatura: em estudo publicado
por Batista et al (2008) para estudos de percepção visual sobre estímulos, pesquisadores se
dedicam a explorar como o processo ocorre no ser humano em cenas complexas. Esse
processo, envolvendo a atenção e a memória, tem, além do que se quer avaliar, estímulos
distratores no ambiente no qual o observador se encontra. Para avaliar a percepção e seus
prováveis ruídos, utilizam-se registros eletrofisiológicos, como eletroencefalograma, outras
aparelhagens específicas como eye trackers que capturam onde o olho coloca a atenção na tela
do computador, questionários e/ou escalas, reproduzindo em laboratório a cena visual
estudada, ou ainda realizando pesquisas em campo, na situação “real” em que a cena ocorre.
Outro exemplo, quando pesquisadores utilizam produtos de consumo para estudar conceitos
como processamento sensorial, escolha e avaliação de perdas e ganhos, como fizeram
MacClure et al (2004), que estudaram as diferenças entre as marcas Coca-Cola e Pepsi usando
fMRI para obter entendimento de símbolo cultural e não para oferecer desenvolvimento de
design para o mercado no qual atuam. Mais um exemplo foi o estudo realizado por Astolfi et
al. (2008) o qual — agora utilizando EEG, medindo ativação elétrica das regiões estimuladas
do cérebro a comerciais televisivos — provou que os mais lembrados após alguns dias do
teste ativam regiões distintas do cérebro em comparação com os que são esquecidos,
sugerindo a necessidade de maior investigação de áreas ligadas à memorização na busca por
entendimento do comportamento.

Um método utilizado é o SST (Steady State Topography), versão avançada de um
eletroencefalograma que traz a vantagem de poder medir as reações instantâneas do cérebro.
O fMRI, um escâner que pode marcar áreas muito pequenas que foram estimuladas, é o
aparelho mais sofisticado disponível no mercado. O que se vê em variados estudos realizados
por empresas de pesquisa de mercado, é que se utiliza, além de instrumentos de imagem da
neurociência, uma série de complementações de pesquisas tradicionais qualitativas e também
medições das reações corporais ou biométricas, sejam elas elétricas, químicas ou mecânicas
como eye-tracking, medição do foco ocular, medição de reação na pele como temperatura,
contração muscular ou condutância elétrica e até mesmo respostas faciais a produtos e seus
estímulos. A Biometria, de acordo com Jain et al (2002), é a ciência a qual identifica os
indivíduos com base em suas características fisiológicas ou comportamentais, com as
propriedades fundamentais de universalidade, unicidade, permanência, mensuração e evasão.
Há uma variedade de tecnologias que permitem diferentes medições do funcionamento
cerebral. São elas, de acordo com Ariely e Berns (2010):

· Functional Mri (fMRI): A técnica utiliza um escâner de ressonância magnética para
medir o nível de oxigenação do sangue-dependente (BOLD). As mudanças BOLD são
geralmente correlacionadas à atividade sináptica, e este aparelho mede regiões muito
pequenas, porém não de forma muito rápida (resolução de 1-10 mm e de 1-10 segundos).

· Electroencephalography (EEG): Os eletrodos de EEG são aplicados ao couro
cabeludo com uso ou não de gel, e as alterações de medidas no campo elétrico na região do
cérebro logo embaixo são capturadas. A EEG tem uma alta resolução temporal
(milissegundos) e pode, portanto, detectar breves eventos neuronais.

 Um parente mais caro que o EEG, o MEG mede as mudanças nos campos magnéticos induzidos pela atividade neuronal; tem a mesma vantagem da alta resolução temporal e, como o campo magnético é menos distorcido pelo crânio do que o campo elétrico, apresenta melhor resolução espacial do que o EEG. Como EEG, o MEG é mais sensível a sinais superficiais corticais (principalmente nos sulcos
cerebrais).

· Transcranial magnetic stimulation (TMS): Um núcleo de ferro, muitas vezes na
forma de um toroide envolto em fios elétricos, cria um campo magnético forte o suficiente
para induzir correntes elétricas nos neurônios subjacentes quando colocados na cabeça.
O que se conclui das investigações acadêmicas é que se utiliza fMRI ou EEG na maior
parte dos estudos e o que se busca é a identificação das correlações entre estímulo e área de
ativação no intuito de aumentar o conhecimento sobre o comportamento. No entanto, o que se
pode notar é a falta de recomendação e protocolos, tal como número de participantes ideais,
para obtenção de resultados válidos para replicação. Conforme menciona Spiers e Maguire
(2006) — apesar de estudos envolvendo a análise de comerciais estarem começando a
oferecer progresso—, o fato da utilização do fMRI depender da passividade do analisado pode
implicar dados não comprováveis na vida real, visto que muitas reações diárias sofrem a
influência e o envolvimento do ambiente onde as pessoas vivem. Porém, é unanimidade a
recomendação de maiores estudos continuarem a ser feitos. Para Lee et al (2007), a maioria
das ciências sociais ainda não adotou a neuroimagem como uma ferramenta standard nem
como procedimento para pesquisa. A neuroeconomia começou com a utilização da
neuroimagem em suas pesquisas; o marketing ainda está lento no despertar para os benefícios
das pesquisas de imagem, independentemente de ambos os campos de estudo dividirem
preocupações comuns relacionadas a processos de decisão e troca. Isso se baseia no fato de
que o escopo de marketing, em suas pesquisas nas escolas de negócio, é essencialmente sobre
entendimento, explicação e predição do comportamento relevante, seja individual, grupal ou
organizacional para os mercados. Portanto, deve-se ao fato do interesse comercial de
aplicação dos conhecimentos gerados na pesquisa acadêmica para vender mais produtos para
a população, formando assim uma barreira natural por propor a utilização das imagens
cerebrais para influenciar e infringir a privacidade pessoal. No entanto, mesmo no círculo
acadêmico, existem preocupações sobre a habilidade dos métodos neurológicos em levar em
consideração a panóplia das variáveis relevantes nas teorias de marketing, como mencionado
por Spiers e Maguire (2006). 

Um artigo de julho de 2010, na revista Harvard Review of Psychiatry, levantou mais
preocupações sobre a forma simplista com que o neuromarketing conclui certos estudos, bem
como com a falta de transparência em um campo cujas fundamentações acadêmicas são de
difícil conclusão ou identificação. Em setembro do mesmo ano, o órgão regulatório de
pesquisa Americano, The Advertising Research Foundation – The ARF — anunciou um
projeto chamado NeuroStandards Initiatives, do qual participam oito empresas de pesquisa
que utilizam a neurociência para investigações de mercado. Estas submeteram seus métodos
para revisão com o objetivo de obter regras de utilização das técnicas de forma a criar
guidelines, ou procedimentos comuns, para validação dos resultados obtidos dentro do setor e
evitar problemas ou discussões em relação à ética. O projeto chamado NeuroStandards,
promete ser o primeiro e único conjunto de princípios científicos para aplicação de técnicas de
investigação de mercado com utilização de EEG como forma de mapeamento do cérebro.

fonte: http://www.spell.org.br/documentos/ver/31541/a-contribuicao-do-neuromarketing-para-o-estudo-do-comportamento-do-consumidor

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Credibilidade e Valor da Marca

Hoje fiquei pensando sobre esse tema, que ao meu ver é fundamental para qualquer decisão que tomamos em nossas vidas e investimentos, procurando o máximo de informações para as tomadas de decisões que nos cercam a cada minuto. 

A governança corporativa e seus níveis dentro da Bovespa servem de parâmetro para esse nível de credibilidade que tentamos buscar nos investimentos através da transparência e todos os itens de exigência que cercam as empresas que buscam a excelência em governança. 

As medidas administrativas que as empresas tomam visando transparecer essa credibilidade é muito importantes para os investidores de longo prazo que devem procurar todos os mecanismos para ter a sensação de conforto e assim evitar todo estress em momentos de turbulência. 

Pensemos no exemplo da amizade, demoramos muito tempo para confiar em uma pessoa, analisando as situações do cotidiano e isso vai avançando pelas atitudes que esse possível amigo vai demonstrando e vamos avaliando passo a passo até tomarmos a decisão que aquela pessoa vai fazer parte de nossa vida e a credibilidade é ao meu ver o fator principal para a consolidação dessa amizade.

Antes de decidir por qualquer empresa que vamos investir, devemos analisar seus fundamentos financeiros e também a forma como sua marca é avaliada e vista pelo mercado, como ela se comporta nas mais variadas situações e qual o planejamento visando o desenvolvimento para que cada vez mais essa marca se valorize entre as pessoas. 

Tive uma aula essa semana onde debatemos muito sobre esses conceitos, ligando o consumidor até a marca e como é a percepção desse consumidor através da credibilidade que a empresa passa ao mercado. A segurança no caso dos Bancos que pode ser arranhada como vemos com diversos casos de bancos médios que muitas das vezes quebram , diferentemente dos grandes bancos com marcas já consolidas no mercado. 

Itens subjetivos como marca são de difícil mensuração e podem ser o grande diferencial em um futuro próximo de onde vamos colocar nosso dinheiro para investir, onde vamos consumir e como vamos nos sentir confortáveis ou não através de nossas decisões em nossa vida pessoal. 

domingo, 7 de setembro de 2014

Estudos sobre o cérebro

Estava fazendo um trabalho no mestrado e em um desses trabalhos falamos sobre a compreensão e como podemos estimular o desenvolvimento do cérebro e nossas nossas emoções no ensiono e como achei bem interessante a apresentação compartilho para assistirem.

Assisti também o filme Lucy onde mostra que ainda não usamos nem 10% de forma eficiente o nosso cérebro e que através do domínio e compreensão da mais importante ferramenta do nosso corpo humano podemos fazer coisas incríveis. Recomendo o filme, muito bacana.

Abaixo o vídeo do TED:

http://video-subtitle.tedcdn.com/talk/podcast/2003/None/JeffHawkins_2003-480p-pt.mp4

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Casas na Itália por 1 euro


Compre uma casa na Sicília por apenas 1 euro

Preço simbólico é o custo cobrado pela prefeitura de Gangi para atrair italianos e estrangeiros que estejam dispostos a se mudar para a Sicília

Andrei Netto, do 
Getty Images
Sicília, na Itália
Sicília, na Itália: administração municipal quer repovoar o centro histórico da cidade
Gangi - Uma coluna de fumaça branca saía do vulcão Etna horas depois de um leve tremor de 3,6 graus na escala Richter na noite de quarta-feira.
Pouco antes da meia-noite, Aldo Conte, empresário e proprietário de três hotéis e restaurantes, confraternizava com clientes sentado à luz do luar, de frente para a montanha onde está o vilarejo de Gangi, na Ilha de Sicília, sul da Itália.
Ao receber novos clientes, porém, foi recebê-los e preparar um jantar com entrada, prato principal e bandeja de frutas como sobremesa. Então, sentou-se à mesa para saber mais sobre seus novos amigos.
Esse estilo "dolce vita", explicou, marcado pela tranquilidade, longe do stress das cidades, onde a cultura, a culinária e a qualidade de vida são o mais importante, está à venda por € 1.
O preço simbólico é o custo cobrado pela prefeitura de Gangi, eleito o burgo mais bonito do país em 2014, para atrair italianos e estrangeiros de todas as origens que estejam dispostos a se mudar para a Sicília ou, pelo menos, viver na região uma parte do ano.
O objetivo da administração municipal é enfrentar o êxodo e o declínio econômico repovoando o centro histórico da cidade, todo construído em pedras.
O burgo medieval no alto de uma colina, com vista para o Etna - o vulcão mais ativo do mundo -, e a 120 quilômetros da praia e de Palermo, a capital da ilha, foi fundado no século 12 e por séculos foi residência de agricultores.
Os problemas demográficos, porém, começaram a partir dos anos 20, com a intensificação do êxodo rural e do entreguerras, que envolveram a Itália.
Além disso, a atuação da máfia siciliana, controlada pelo chefão Andaloro-Ferrarelo, minou a atividade econômica e as condições de vida na região - situação resolvida pela intervenção violenta do "prefeito de ferro", Cesare Mori, uma das personalidades históricas da região.
Se a máfia foi combatida e superada, a praga do êxodo e do declínio econômico que o acompanhou nunca teve adversário à altura.
O resultado são cerca de mil casas de pedra, com telhas de barro, algumas com forros de madeira maciça e pisos adornados originais, fechadas e sem moradores há décadas.
Destas, uma pequena parte continua à venda por 1 euro, enquanto outras 300 têm preços entre 5 mil e 15 mil euros.
Em caso de sucesso da iniciativa, as cerca de mil residências poderão ser requisitadas pela prefeitura para serem repassadas a novos proprietários.
Sangue novo A ideia de trazer sangue novo a Gangi nasceu há sete anos, quando um novo e dinâmico prefeito assumiu o cargo.
Elogiado pelos moradores com os quais o Estado conversou, Giuseppe Ferrarelo planejou com apoio de políticos, empresários e moradores uma alternativa para relançar a cidade.
Os atributos: apostar na "arte de viver", nas especiarias da culinária local - como queijo de cabra picante e massa de feijão -, no "slow food" oferecido por alguns dos 15 restaurantes do burgo e na paisagem arrebatadora da Sicília para atrair novos moradores.
Para quem procura cultura, a prefeitura garante a atividade de quatro museus, um teatro e um cinema.
"Muita gente veio de vários lugares do mundo para ver as casas que estão no centro histórico, apreciando nossa beleza, nossos monumentos e nossa arte, sobretudo nossa qualidade de vida", diz Francesco Migliazzo, presidente da Câmara de Vereadores do burgo. "Gangi é um vilarejo muito tranquilo, que tem grande qualidade de vida."
Mas os organizadores da iniciativa não estão preocupados em atrair qualquer morador.
É preciso se identificar com o estilo de vida do burgo, explica Aldo Conte, o empresário de 59 anos.
O objetivo é que os novos moradores se sintam confortáveis, e ao mesmo tempo a comunidade não se sinta transformada demais por uma invasão estrangeira.
"Pensamos em dar a possibilidade a pessoas do mundo inteiro que possam vir viver em Gangi e viver uma vida autêntica, na qual o tempo corre muito lentamente, onde a vida é feita de coisas pequenas: encontrar pessoas, poder falar, ir a um bar. É tudo isso", diz Conte, proprietário de hotéis e restaurantes no campo e no vilarejo.
"O nosso problema não é reunir mais pessoas, mas mais pessoas que gostem da ideia de viver em um burgo. Não precisamos de mais turistas. Precisamos de gente que ama este tipo de vida, que segue essa filosofia. Creio que é uma ideia vintage."
De acordo com a prefeitura, a iniciativa é um sucesso de marketing, e vem chamando a atenção da imprensa em diferentes países. De fato, grandes veículos de imprensa da Itália, França, Austrália, Estados Unidos - e agora do Brasil - se interessaram em saber mais sobre a cidade.
O resultado positivo para o burgo veio logo.
"Gangi é uma cidade linda, tranquila, pequena, que tem escala humana. É um amor à primeira vista", entusiasmou-se o engenheiro Gerry Vitellaro, morador de Caltanissetta, na própria Ilha de Sicília, que comprou e já reformou por € 30 mil uma das casas colocadas à venda pela prefeitura.
"Gangi é uma alternativa para educar meus filhos, um pouco o oposto dessa vida Facebook. Meus filhos vão jogar bola e brincar com outras crianças na vida real."
Na quarta-feira, 27, Alessandra Buratti, 42 anos, e Olivier Patrick, 50, casal de franceses moradores de Marselha, visitou diferentes casas do burgo em busca de uma ideal para investir em uma residência de férias e fins de semana.
"Nós viemos regularmente à Sicília e nos dissemos: Por que não ver?", brincou Alessandra, que conta com um orçamento de € 30 mil para as obras. "Minha mulher quase teve um amor à primeira vista, mas eu não curti", disse Patrick.
Sua mulher completou: "Há muita reforma a fazer, mas ela tem um forte potencial. Dá para fazer algo bem simpático". As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/compre-uma-casa-na-sicilia-por-apenas-1-euro

sábado, 30 de agosto de 2014

Comportamento durante subidas e descidas na Bolsa

Qual é e qual vai ser o meu comportamento durante essas subidas na Bolsa? Simplesmente o mesmo, sou sócio das empresas e sigo o lema do meu site e o máximo que posso fazer é realocar nos mesmos ativos que tenho participação ações que considero mais valorizadas como ocorreu com o Banco do Brasil, onde vendi um percentual de 40% quando bateu quase 30 em outros ativos como Marcopolo, Sanepar e Cielo, respectivamente pelos preços de 3,82, 5,48 e 41,70.

A ação do Banco do Brasil superou os 35,00 com toda essa especulação política e ninguém sabe onde vai parar e vou manter o restante das ações pois o percentual de balanceamento da minha carteira esta bastante concentrado em 5 ações e as demais pretendo aumentar gradativamente.

As 5 ações que tenho maior percentual alocado são Ambev, Banco do Brasil, Cemig, Cielo e Eletropaulo e vamos a valorização delas no ano e durante os últimos 365 dias:

Ambev - No ano - (2,78%) e nos últimos 365 dias - 2,34%

Banco do Brasil - No ano - 49,60% e nos últimos 365 dias - 63,01%

Cemig - No ano - 53,31% e nos últimos 365 dias - 56,75%

Cielo - No ano - 30,14% e nos últimos 365 dias - 50,50%

Eletropaulo - No ano - 15,18% e nos últimos 365 dias - 45,88%

O que podemos concluir com esses números é que quanto menos mexemos em nossa carteira mais conseguimos rentabilizar e colhemos o fruto através da estratégia da paciência e do estudo que temos das empresas pela qual investimos nosso tempo e dinheiro. 

Podemos ainda considerar os excelentes dividendos das empresas, bonificações que fazem toda diferença no longo prazo e situações com crises setoriais e que podem ser oportunidades pela qual a Eletropaulo vem passando. 

Outro ponto muito importante é a segurança e tranquilidade com o modelo de estratégia de investimentos que usamos e pouco importando a situação que passa a Bolsa, seja na euforia como agora quando no desespero dos acontecimentos negativos devemos manter o controle emocional que ao meu ver é a ferramenta mais importante para qualquer investidor.